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Chrysiptera talbotii - Talbot’s Damself

€15.00

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Nome Comum: Donzela de Talbot, Peixe-donzela Amarelo-Violeta, Talbot’s Damselfish
Nome Científico: Chrysiptera talboti
Ordem: Perciformes — Família: Pomacentridae (Donzelas, Peixes-palhaço)
Distribuição: Oceano Indo-Pacífico — Desde o Mar de Andamão e Indonésia até às Filipinas, Papua Nova Guiné e Ilhas Salomão. Habita recifes de coral costeiros e lagoas protegidas.
Expectativa de Vida: 6 a 8 anos
Tamanho Máximo (Adulto): 6 a 8 cm
pH: 8.1 a 8.4 — Dureza: 8 a 12 dKH
Temperatura: 24°C a 28°C
Volume Mínimo do Aquário: 100 litros
Compatibilidade com Recifes (Reef Safe): Sim — Totalmente seguro para recifes e invertebrados.

Comportamento & Compatibilidade:
Espécie ativa e geralmente pacífica, embora possa tornar-se territorial com peixes semelhantes ou em espaços reduzidos. É ideal para aquários de recife e comunitários, sendo uma excelente escolha para aquariofilistas iniciantes. Pode ser mantida individualmente, em pares ou em pequenos grupos, desde que o aquário ofereça esconderijos e espaço suficiente.

Alimentação:
Omnívora. Alimenta-se na natureza de pequenos crustáceos planctónicos, zooplâncton e algas. Em cativeiro aceita facilmente alimentos secos de alta qualidade, flocos, granulados e alimentos congelados como artémia, mysis e krill finamente picado. Recomenda-se uma dieta variada para manter a cor vibrante e a boa saúde.

Reprodução:
Ovípara. O macho escolhe e limpa uma superfície lisa onde a fêmea deposita os ovos. Após a postura, o macho guarda e oxigena os ovos até à eclosão, que ocorre em 3 a 4 dias, dependendo da temperatura. A reprodução em aquário é possível e semelhante à de outros pomacentrídeos.

Dimorfismo Sexual:
Diferenças subtis — os machos adultos podem apresentar cores ligeiramente mais intensas e comportamento mais territorial durante o acasalamento. As fêmeas tendem a ser um pouco menores.

Habitat Natural & Biótopo:
Vive em recifes de coral pouco profundos e lagoas protegidas, normalmente a profundidades entre 2 e 15 metros. Costuma permanecer próxima a corais ramificados e zonas rochosas, onde encontra refúgio e alimento.

Etimologia:
O nome do género Chrysiptera deriva do grego chrysos (dourado) e pteron (barbatana ou asa), referindo-se às suas barbatanas coloridas. O epíteto talboti homenageia o ictiólogo George Talbot.

Foto ilustrativa. | Illustrative photo.

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